
Na edição de maio da revista Atrevida, escrevi uma pequena matéria sobre as chamadas pulseiras do sexo. O assunto voltou à tona depois do estupro de uma garota em Londrina, no Paraná. Não se sabe se foram as tais das pulseiras que motivaram a agressão, mas as evidências indicam que sim.
Para explicar às leitoras como agir diante desta polêmica, entrevistei a psicóloga Cristiana Romualdo, orientadora do Instituto Kaplan. Ela disse que a adolescente deve arcar com as consequências dos seus atos. Ou seja, se a menina sair por aí usando as pulseiras, tem que saber o que pode vir a acontecer, caso se depare com um amigo mais, digamos, empolgado.
Coloquei essa declaração no texto, concordando com o que a psicóloga disse. Afinal, a função da revista é essa: informar e fazer a garota pensar no que fez ou no que pretende fazer.
Tenho certeza de que a maioria das adolescentes não assumiria o risco e, sim, guardaram suas pulseiras no fundo da gaveta. Mas será que aquelas que continuam a andar por aí com os “acessórios” têm a real noção do perigo que correm? Eu acho que não.
Há mais de cinco anos, escrevo para adolescentes. Adoro falar com este público e entender o que se passa nas cabeças e nas vidas dos teens. Por isso, aqui, vou falar de tudo o que envolve este universo.
Ano novo, “carolzices” novas - CAROLIZE
janeiro 19th, 2011 at 6:01 am
[...] as más línguas disseram que elas substituiriam as malvadas pulseirinhas do sexo. Não há como negar que os camelôs apostaram nisso para impulsionar as vendas, mas a empresa que [...]